Domingo, Novembro 08, 2009
Londres que taxa sobre as transacções financeiras globais
O Governo Britânico propôs uma taxa sobre as transacções financeiras mundais para financiar o resgate de bancos. Contudo a medida não foi consensual entre o G20. esta ideia partiu de um economista dos anos 70 - James tobin e foi agora resgatada pela grã-bretanha, mas o FMI e os EUA rejeitaram a proposta, de acordo com o semanário económico.
Entre nós é o BE que já vem falando nesta taxa há algum tempo. É uma medida arrojada, que incita à coragem mas manifestamente de justiça social, porque é a economia monetária que mais devemos taxar e não exactamente a real e não exactamente as pme´s, criadoras de 70% do emprego.
Sublinhemos a justiça social e os incentivos à economia.
Sábado, Novembro 07, 2009
DA DESNECESSIDADE DA QUECA HETEROSSEXUAL PARA A PROCRIAÇÃO OU TERÁ A QUECA HETEROSSEXUAL OS DIAS CONTADOS?

Gostava de trazer à reflexão uma questão [..]. Fala-se no totalitarismo do binarismo sexual que alguns pretendem ver abolido. Ou seja, deixaria de haver dois sexos (sim dois sexos, o feminino e o masculino e não dois géneros) os que existem biologicamente, na natureza sexuada.

Pensando alto:
1. Não é possível alterar a biologia sexuada: há 2 sexos, 2, nunca 3 e obviamente nunca apenas 1.
2. Os transsexuais terão os 2 sexos em simultâneo.
3. Esse facto não provoca a existência de um 3º sexo.
4. O que me parece existirem é pessoas que têm identidades transgénero. E têm esse direito, quer tenham dois sexos nos seus corpos, quer não tenham, quer sejam "operados" quer não sejam.
5. Ao abolir a categoria sexo, ficaria automaticamente resolvida a questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
6. Assim, seríamos todos iguais :-( .
7. A reivindicação que anda por aí pede a despatologização do que é transgender. Isto parece-me errado pois:
7.1. é reivindicado simultâneamente o direito a ser-se operado/a; ora um cirurgião opera o que é patológico, sejam cancros, simples sinais de acne ou um nariz grande demais;
7.2. creio que grassa pelos media uma enorme confusão entre sexo e género; repito: só há biologicamente 2 sexos, feminino e masculino; quanto ao género, esse sim, é construído socialmente, historicamente e com relativa autonomia face à reconstrução biológica (que pode ter sido praticada ou não).
8. A reivindicação da abolição do sexo - a triunfar - faria com que este deixasse de fazer parte da nossa identificação.
Ao mesmo tempo que acontece este fenómeno de desejo de anulação de uma categoria biológica diferenciadora - o sexo - acontecem fenómenos de categorizações identitárias outras que não a biológica. Pense-se nas identidades comunitárias (por pertença religiosa ou étnica, por práticas de consumo, modos de vida, como por exemplo "muslim", freak, Tutis e Hutzus ... fumadores de marijuana, frequentadores do restaurante eleven, "malta da praia da Consolação", "orgulhosos da sua negritude" . . . ).
Faz pensar um bocado, não é? Eu deixaria de ser mulher e passaria a ser um ser humano biologicamente não diferenciado :-( . As lojas de roupas deixariam de ser para mulheres ou para homens, passariam a ser diferenciadas apenas de acordo com as múltiplas tribos em constante mutação. As pessoas continuarão sempre a procurar uma diferença que é, também, uma forma de pertença. É uma característica do ser humano em sociedade construir uma persona identificadora do indivíduo perante o(s) seu(s) grupo(s) de pertença e perante os outros grupos. O orgulho negro, por exemplo, não se traduz apenas pela cor da pele mas também - e sobretudo - pelo uso de vestes e acessórios específicos, pelo amor às ideias de Leopold Senghor, pelo apreço às músicas de África, etc.
Bem sei que a reprodução biológica já não é o que era: a queca heterossexual passou a ser dispensada, para fins de procriação, pois há laboratórios, há técnicas in vitro, barrigas de aluguer e bancos de esperma. Parece-me assustadora esta indústria de produção de seres humanos quando há tantos seres humanos produzidos e abandonados.
Fico pelo apontar de tópicos.
Bora pensar em conjunto sobre o assunto?
SEJAM FELIZES NESTE F.D.S!
Mais um tópico "afim" para reflectir: há quem defenda a desnecessidade da identificação do estado civil. A acontecer, também se tornaria desnecessária a reivindicação do direito ao casamento, por parte da comunidade LGBT. Só que o contrato de casamento é mais do que a união entre duas pessoas, pois trata-se de um contrato, de uma aliança entre duas famílias. Voltarei ao tema.
publiquei um curto comment equivalente a este post num outro blog
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Vera T. Santana
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Sexta-feira, Novembro 06, 2009
A taxa de desemprego atingiu os 10% nos EUA, apesar de todos os esforços que foram feitos para que a economia crescesse. O emprego é e continuará a ser o desafio dos velhos modelos económicos dos vanguardistas. O emprego é até agora visto como o motor da economia. Qualquer retoma económica nunca poderá deixar de ser vista sem uma recuperação no mercado de trabalho. Consequentemente os mercados accionistas reagiram mal encapotada retoma da economia real, da qual faz parte o mercado de trabalho.
Temos de assumir o emprego como o grande desafio como a economia do sec. XXI.
Inacreditável
Estamos no século XXI. Por estarmos num século, digamos, avançado, isto é algo que eu esperava ler somente nos livros de História. Mas não. Passou-se no Texas, esta madrugada.
A luta contra o fanatismo religioso ainda tem grandes combates.
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Rui Pedro Nascimento
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TIRO NO PÉ ou LISBOA SEM SENTIDO

. . . dado por "Lisboa com Sentido" na Freguesia de São Mamede. Após o acto de posse dos 8 + 5 eleitos pela população (8 de Lisboa com Sentido + 5 de Unir Lisboa) a recém empossada Presidente da Junta, pela coligação ganhadora PSD+CDS+PPM+MPT, apresentou a SUA LISTA para o Executivo, claramente chumbada pelos eleitos da SUA coligação.
Ou seja, somos 13 autarcas sem Executivo. Lisboa sem sentido!
O 2º episódio segue dentro de momentos . . .
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Vera T. Santana
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Segunda-feira, Novembro 02, 2009
CASAS

Começamos por uma casa, pelo sentimento uma força em exercício, um poder que vem de há muito tempo, quando essa casa era igual mas era uma herdade, um latifúndio, quando nada faltava a família, as empregadas na cozinha, o feitor, os campos, a vila ao fundo, e a voz do avô a comandar o mundo.
Agora há fotografias no Alentejo em vez de pessoas, e há objectos, cientes que também acabarão sem ninguém, há memórias de quem dorme, ou morreu, mortos que não sabem se a vida foi vida, há os irmãos, um é autista, e a imagem da mãe muito nítida, sempre de costas
(alguma vez a vi sem ser de costas para mim?).
Nessa altura já não se sabia a que cheira o vento, como não se sabe para onde foi a Maria Adelaide, morta também, foi para Lisboa?
A herdade foi tirada ao autista, e a doença (de quem?) é um arquipélago branco nas radiografias dos outros, um arquipélago normal, inocente. Estão todos mortos ou estão todos a sonhar e trocaram de sonhos, como se pudessemos trocar de sonhos.
De qualquer forma, sabemos que daqui a nada será manhã mas aquilo que se disse ainda se ouve lá dentro
(- Não precisa de se casar comigo menino o seu pai nunca casou comigo)
E então vamos sabendo que não será manhã nunca.
António Lobo Antunes - 2008

Ao rememorar os fatos acontecidos sob o seu teto, a Casa conta histórias que viu, ouviu, opina e faz juízo sobre as atitudes de seus moradores, mostrando o universo místico que perpassou o tempo e se manteve através das gerações que se sucederam: são provérbios e crenças cujo teor é transmitido como uma verdade que deve ser seguida. A invocação dos santos e as orações reiteram a atmosfera mítica que envolve as pessoas, inclusive a Casa, que tem o nome de Trindades, o Vento e a Morte, três personagens que atuam sob o efeito da antropomorfização.
A narrativa tem início com a Casa já se apresentando como narradora e dando detalhes ao leitor sobre a sua construção, o capricho do português (Francisco José Gonçalves Campos) que a executou com esmero, com matéria prima de primeira, dando-lhe a solidez que a fez resistir durante séculos. Fala sobre as reformas que sofreu na mão de outros donos, da falta de projeto e da péssima qualidade do material utilizado.
Em seguida, ela apresenta ao leitor Tia Alma, uma mulher devota das almas, que nunca se casou por conta do ar atoleimado que adquiriu ainda bebê quando tomou um vento. Ela criou sobrinhos e afilhados e morreu centenária. Quando, após anos, desenterram seu féretro, seu corpo estava intacto, mas imediatamente virou pó e foi levado pelo vento. Ficam as suas tranças, cujos cabelos permanecem vivos e foram guardados, durante muito tempo, como uma relíquia. (Só foram enterrados séculos depois, por Beatriz)
Sobre: Natércia Campos - 1999
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Vera T. Santana
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Domingo, Novembro 01, 2009
A CASA DE JOSÉ BECHARA.: a anti-casa?


Escultura de José Bechara(2004), artista plástico brasileiro . A Fundação Calouste Gulbenkian trouxe- a Portugal.
É uma casa, de madeira, que cospe o seu interior, que vomita o mobiliário doméstico, que se desfaz do seu património material e, com ele, das suas memórias, dos tempos passados, dos lugares. Guarda intacto o espaço vazio e as paredes que separam o mundo interior do exterior. Tantas leituras possíveis, políticas, psicanalíticas, da não-memória colectiva . . .
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Sexta-feira, Outubro 30, 2009
Sobre os casos "Face Oculta", BPN, Isaltino, Fátima Felgueiras e afins
Só me apetece recordar isto
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Rui Pedro Nascimento
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Isto uma vergonha, um escandalo, um abuso
Segundo a oposição mais à esquerda, isto é um escândalo. Até parece que o PS ganhou as eleições (quer dizer, ganhar até ganhou, mas para eles foi um ganhar perdendo).
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Rui Pedro Nascimento
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O Sporting estará assim tão mal? A perspectiva de um Benfiquista ferrenho (Ou o post que eu nunca pensei que escreveria)
Alguém já fez as contas ao campeonato actual Vs. Anterior? Ainda esta semana um amigo meu, via Facebook, me disse que o Porto tem este ano mais 5 pontos que no ano passado. O Benfica também tem mais, de certeza, e o Braga nem se fala.
O António Pedro Vasconcelos, no Trio d’Ataque, farta-se de dizer que a crise real do Sporting é o facto de o Benfica estar tão bem, mas eu arrisco-me a dizer que a crise do Sporting é o Benfica, o Porto e o Braga estarem tão bem. Porque se tirarmos 5 pontos ao Porto e, provavelmente, 6 ou 7 ao Benfica (aqui nem ponho o Braga) o Sporting estaria a 2 do Porto e praticamente em igualdade com o Benfica.
O Sporting está a fazer o mesmo campeonato de sempre, os outros é que estão muito melhores. Nós (o Benfica) só temos um empate e o Porto só tem um empate e uma derrota…
O António Pedro Vasconcelos, no Trio d’Ataque, farta-se de dizer que a crise real do Sporting é o facto de o Benfica estar tão bem, mas eu arrisco-me a dizer que a crise do Sporting é o Benfica, o Porto e o Braga estarem tão bem. Porque se tirarmos 5 pontos ao Porto e, provavelmente, 6 ou 7 ao Benfica (aqui nem ponho o Braga) o Sporting estaria a 2 do Porto e praticamente em igualdade com o Benfica.
O Sporting está a fazer o mesmo campeonato de sempre, os outros é que estão muito melhores. Nós (o Benfica) só temos um empate e o Porto só tem um empate e uma derrota…
E ainda há o Braga...
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Rui Pedro Nascimento
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Walk alone (1)

Após meses de intensa actividade colectiva, nomeadamente usando a palavra escrita e a palavra oral e convivendo em lugares formais e informais com camaradas de quem gosto muito, sinto necessidade de "me quedar solita" por uns tempos.
A caminhada colectiva trouxe-me grandes prazeres, conhecimentos do terreno e as merecidas vitórias aos colectivos que apoiei. Tive a oportunidade de trocar ideias com gente gira, portuguesa e de outros lugares da Europa. Participei na iniciativa, inovadora - possível pela audácia do José Reis Santos - da "campaign exchange" com activistas do PES - Partido Europeu Socialista. Palmilhei o meu Bairro - São Mamede - onde falei com muitas pessoas, ao lado da Luísa Paiva Boléo (2), ficando a conhecer a pluralidade de modos de vida deste canto de Lisboa. Estive ao lado, e com muita honra, da equipa que agora lidera Lisboa. Escrevi, durante mais de 2 meses, no SIMpleX, apoiando com voz crítica o Partido Socialista e, juntos, conseguimos muitos dos objectivos desejados. Não vou esquecer a noite das legislativas, no Altis, em companhia dos meus pares, nem a noite das autárquicas pois conseguimos, em São Mamede, eleger mais um membro do que vem sendo habitual, aumentando a representatividade da candidatura Unir Lisboa, por comparação com resultados eleitorais anteriores.
Vou continuar o trabalho político, em diversas frentes. Como a vida se faz a partir de opções (e optar traz um prazer enorme que é o de eleger "o melhor") vou suspender temporariamente a minha participação na voracidade da blogosfera para ter espaço interior para reflectir e para voltar a pautar-me por "tempos longos", os únicos que permitem uma verdadeira consolidação das aprendizagens. E, last but not least, porque "há vida para além da política". (3)
Até breve!
1. Alone but not lonely!
2. É de seguir o blog "Consigo, com todos, por São Mamede", que dá voz à oposição na Freguesia de São Mamede.
3. E tenho a tese de doutoramento para acabar de escrever e tanta coisa para pôr em dia!
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Vera T. Santana
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Quinta-feira, Outubro 29, 2009
Resultado da política ingénua de Barack Obama?
Parece que o Irão passou, segundo o seu Presidente Ahmadinejad, da confrontação à cooperação com o Ocidente, na matéria núclear. Esta é mais uma vitória para todos aqueles que acreditam que a diplomacia consegue melhores resultados do que a confrontação, e que se revêem e apoiam o ingénuo e nobelizado Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Reforçando a intenção de cooperação Ahmadinejad afirmou "is ready to talk with the United States and its allies in developing Iran's nuclear program", apresentando no entanto o facto como uma vitória do seu país.
Percebe-se esta necessidade, mas na realidade está a ser uma vitória do mundo inteiro.
Percebe-se esta necessidade, mas na realidade está a ser uma vitória do mundo inteiro.
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Rui Pedro Nascimento
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2:45:00 PM
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PS CPC Oeiras rejeita quaisquer acordos políticos com Isaltino
Ontem foi noite de Comissão Política em Oeiras. A primeira desde os dois últimos actos eleitorais, que dominaram a discussão política, nomeadamente o último. A análise dos resultados eleitorais, que valeram ao PS uma subida de votação e de mandatos em todos os órgãos, com especial destaque para a vitória da freguesia da Cruz-Quebrada, pelo Paulo Freitas do Amaral, ocuparam as cerca de 5 (cinco) horas que a reunião demorou, bem como o que fazer no mandato que agora começa.
E se a discussão sobre os resultados eleitorais foi extremamente interessante, pois houve desde quem defendesse que o PS teve uma "estrondosa derrota" a que se regozijasse pela "fantástica vitória", o sentimento geral era de que se havia invertido o ciclo descendente do PS no concelho que nos afirmámos como a alternativa clara ao IOMAF (Isaltino, Oeiras Mais à Frente) e a maior força partidária do concelho, o que realmente me deixou realmente feliz com a reunião de ontem foi a moção apresentada pelo Presidente da Comissão Politica Concelhia, em nome do secretariado.
Esta moção rejeita qualquer acordo político com o IOMAF, assumindo assim o PS o papel que os eleitores claramente demonstraram em urna querer para o PS, liderando a oposição e ser a principal força alternativa àqueles que, mais uma vez, detêm o poder.
A moção aprovada ontem (já hoje, por volta das 01h30m) após considerações várias conclui assim:
"(...) a Comissão Política Concelhia de Oeiras do Partido Socialista delibera, como orientação política, em consonância com os compromissos políticos fundamentais da nossa candidatura, confirmar a sua posição como principal força alternativa em Oeiras e rejeitar quaisquer acordos políticos com o movimento independente «Isaltino, Oeiras mais à frente»,, incluindo assunção de pelouros na vereação, assembleia municipal, executivos das juntas, ou a nomeação de qualquer militante do PS para administrações de empresas municipais, intermunicipais, associações, fundações ou empresas participadas, assim como qualquer função de confiança política do executivo camarário."
Esta moção foi APROVADA POR UNANIMIDADE E ACLAMAÇÃO.
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Rui Pedro Nascimento
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Terça-feira, Outubro 27, 2009
Nancy Spero

2009 - Nancy Spero, feminist painter, died on Sunday, October 18th, in Manhattan
"I have deliberately attempted to distance my art from the Western emphasis on the subjective portrayal of individuality by using a hand-printing and collage technique utilizing zinc plates as an artist's tool instead of a brush or palette knife. Figures derived from various cultures co-exist in simultaneous time... The figures themselves could become hieroglyphs--extensions of a text denoting rites of passage, birth to old age, motion and gesture...Woman as activator or protagonist dancing in procession, elegiac or celebrator a continuous presence, engaged directly or glimpsed peripherally; the eye, as a moving camera, scans the re-imaging of women.". Statement by Nancy Spero entitled "The Continuous Presence, 1998."

1926 - Born in Cleveland, Ohio
1971 - The End of the Art World," film by Alexis Krasilovsky. Panel: "Women's Lib and the Arts," Art 71, Art Students League, NYC.
1972 - Feminist Conference on the Arts: Cornell University
1973 - Videotape interview with Hermine Freed. "Women in Art," videotape by Art World
"The Art of Nancy Spero," film on Codex Artaud by Patsy and Joe Scala. For Feminist Conference on the Arts, Cornell University.
Co-editor, "Rip-off File," Ad-Hoc Committee of Women Artists, 1973.
1974 - Panel: "Current Aspects of the Feminist Movement in the Arts," Douglass College, New Jersey.
1975 - Panel: "Ende," "Women Artists Speak on Women Artists," College Art Association, Washington, DC.
Panel: "Women Artists Talk to Women Art Students," A.I.R. Gallery.
Moderator: "Gender in Art: An Ongoing Dialogue," A.I.R. Gallery.
[...]
1993 - Juror: 14th Annual Juried Exhibition for Women Artists, WARM, MCAD Gallery, St. Paul, MN.
1994 - Panel: "Violence and Women: Artists Speak on the Visual Language of Survival", organized by Nancy Spero, Threadwaxing Space, NYC, November 8, 1994.
Panel: "Louise Bourgeois: a symposium and panel discussion", The Brooklyn Museum, Brooklyn, New York, May 7.
Panel: "Artistic Coupling", Nancy Spero and Leon Golub, discussants, College Art Association, NYC, Feb. 18.
1996 - Artist's Lecture: "Women as Protagonists", College of Creative Arts, West Virginia University, Morgantown, March 6.
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MINISTRA DO TRABALHO COM IGUALDADE

HELENA ANDRÉ
É uma óptima escolha. A Helena André tem muita experiência no mundo laboral e uma particular atenção para com questões de Igualdade de Género, campo onde, apesar do recente "Prémio Europeu para a Igualdade", atribuído ao Partido Socialista e do qual quase se não "ouviu falar" (1), há ainda muito caminho a percorrer, muitas barreiras a ultrapassar, muitos "tectos de vidro" a quebrar (e quão difícil é quebrar o que é invisível!) e muitos preconceitos a contornar.
De um modo muito nítido, o mundo das relações de trabalho, e dentro das organizações, a Igualdade "terá de passar por aqui". Num estudo a publicar em Novembro próximo - Género nos Sindicatos. Igualdades, Desigualdades e Diferenças, Cadernos de Trabalho e Emprego nº 8, MTSS - é demonstrado quão árduos continuam a ser os caminhos que levam ao exercício feminino de cargos de decisão e o quanto são consideradas "causas" para o afastamento das mulheres de lugares de poder, razões - "falta de tempo, falta de qualificações" - que o não são, pois o conjunto de mulheres em cargos de topo nas organizações sindicais portuguesas, tomadas globalmente, têm mais disponibilidades de tempo e mais longas escolaridades do que os seus colegas e camaradas homens. Paradoxal . . .
Bom trabalho, Helena!
Saudações a toda/o/s!
Vera Santana
(1) Pela minha "pena" a notícia sobre o "Gender Prize" foi divulgada, na blogosfera, atempadamente, nomeadamente no blog SIMpleX e no blog Loja de Ideias. Devo acrescentar que as reacções foram mínimas, o que não m´espanta mas m´entristece.
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Vera T. Santana
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prémio europer "GENDER PRIZE"
O vintém e o cretino
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Rui Pedro Nascimento
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Sexta-feira, Outubro 23, 2009
Bíblia, Saramago e o aumento de vendas.
Há uns dias, Rodrigo Moita de Deus fazia uma "graçola de oportunidade" com a polémica levantada José Saramago aquando da apresentação do seu novo livro, Caim.
Seguindo a graçola, é caso para dizer que, realmente Deus não precisa de insultar Saramago para vender mais livros. Mas que uma boa polémica dá jeito para isso, lá isso dá.
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